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Paulo Vereda


Cine Ozanan

Documentário e parábola improvável. Inspirado livremente nas origens e destinos de uma comunidade que existiu e teve um cinema.
Argumento: quem teria coragem de cobrar aluguel de um cinema?

http://www.youtube.com/watch?v=DT6qvy7kS18



Escrito por paulovereda às 23h16
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Escrito por paulovereda às 14h19
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antes da benção final

 ...por ordem do sacerdote, o presidente do cpp (conselho paroquial pastoral) vai ao microfone e ameaça a assembléia:

"quem assinar o abaixo assinado estará prestando contra testemunho"

... e as ovelhas saíram de cabeças baixas, com medo de encarar os lobos que empunhavam listas e canetas.

 



Escrito por paulovereda às 19h38
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Escrito por paulovereda às 21h09
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preservação de edificio historico

pelo tombamento do cine ozanan

clique no link e assine repasse
http://www.manifestolivre.com.br/ml/exibir.aspx?manifesto=tombamento



Escrito por paulovereda às 22h23
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COLEÇÃO DE TEATRO

O projeto gráfico da coleção Primeiras Obras, idealizada pela Satyros Literatura em parceria com a Imprensa Oficial, será desenvolvido pelo escritório Warrak Loureiro, que fez trabalhos antológicos para a Companhia das Letras e Cosac Naify. Olhem só alguns nomes que vamos editar:

Paulo Vereda
Sérgio Roveri
Gerald Thomas
Sabina Anzuategui
Bráulio Mantovani

Renata Pallottini
Marta Góes
Vera de Sá
Duílio Ferronato
Contardo Calligaris
Verônica Sttiger
Lauro César Muniz
Alberto Guzik
Evaldo Mocarzel
Otávio Martins
Marcos Damasceno

 



Escrito por paulovereda às 11h54
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Mini biografia

PAULO VEREDA

Biografia

08/08/1975

Descendente de Portugueses, amante do fado e ciclista como o avô, tem seu primeiro filho aos 19 anos.

Arquiteto e urbanista foca seus estudos na arquitetura sacra e no  patrimônio histórico. Pesquisador da história da zona norte de São Paulo e garimpa as origens do bairro do Limão, onde nasceu e vive.

 Escultor coleciona obras que cruzam os deuses do panteão grego com divindades de outras mitologias e credos.

 Em 2005 enveredou para o teatro como ator quando passaria a usar o nome Vereda, batizado por Alberto Guzik enquanto atuava em “Vestido de noiva”, Satyros 2008.

Cenógrafo da escola J.C. Serroni atua em teatro (Dorotéia  c/Eloísa Vits 2005  , Atos de violência c/As dramáticas 2007, Game:jogo perigoso c/Grupo Gatu 2007, Tatarana lagarta de fogo c/Hélio Cícero 2007, Liz c/ Satyros 2008, Cine Belvedere c/Cia Bruta 2009 ) e TV (redetv 2009).

 Dramaturgo realizou ensaios de peças infanto-juvenis e após uma vivência com a dramaturga Marici Salomão, estreou no dramamix 2007 com “Foi no carnaval que passou”. Nas Satyrianas 2008 foram produzidos dois espetáculos para sua peça “18 segundos”, ainda em 2008 escreveu para o dramamix “A formiga e o cigarro”. Realiza pesquisa de textos curtos, o que originou a fundação C.T.I. Companhia de Teatro Instantâneo, com a peça “Os enfeites” para o projeto “dois ao quadrado” que estreou festival de inverno de Ouro Preto – MG em julho de 2009.



Escrito por paulovereda às 11h55
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Quintais

 Moro no bairro do limão desde que nasci. Meu bisavô foi um dos primeiros a chegar aqui, e comprou a metade de uma chácara. A outra metade quem comprou foi o Sr Oliveira, um homem negro que se converteu a igreja batista, porque era divorciado e casou novamente.

 Ontem eu pensava na minha infância e me lembrei dos quintais, do meu Bisavô e do quintal do Sr Oliveira. Essa terra erra meu mundo dos dois lados do muro. No quintal do sr. oliveira tinha mais árvores, do lado do mau bisavô dois abacateiros gigantes.

 Todos os dias o velho oliveira varria as folhas e as queimava, sempre as cinco horas, não precisava nem consultar o relógio quando a coluna de  fumaça subia. Depois de umas horas ele aparecia de banho tomado , terninho, o estojo do trompete na mão e caminhava até a igreja batista, aqui mesmo na minha rua.

 No meio daquele mato todo, apoiado no muro do meu avô, tinha um barracão de lata, que vivia trancado, com uma corrente. O velho entrava ali todos os dias.

 continua...

 

 



Escrito por paulovereda às 11h32
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Eu não caibo mais nas roupas que eu cabia
Eu não encho mais a casa de alegria
Os anos se passaram enquanto eu dormia
E quem eu queria bem me esquecia

Será que eu falei o que ninguém ouvia?
Será que eu escutei o que ninguém dizia?
Eu não vou me adaptar, me adaptar

Eu não tenho mais a cara que eu tinha
No espelho essa cara já não é minha
É que quando eu me toquei achei tão estranho
A minha barba estava deste tamanho

Será que eu falei o que ninguém ouvia?
Será que eu escutei o que ninguém dizia?
Eu não vou me adaptar, me adaptar
Não vou me adaptar!
Me adaptar!



Escrito por paulovereda às 11h22
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O executivo nú no meio da metrópole.

Encontraram um barquinho de papel numa cachoeira fria, desfizeram a dobradura, era a foto sépia de um pierrô esboçando um meio sorriso. O sorriso não estava completo e nem a foto estava completa. Não se sabe se ele estava meio contente, ou se aquele meio sorriso era pra esconder uma tristeza inteira, assim como não se sabe se aquele traje de palhaço estava completo, ou se posava nu para o retrato que ele mesmo fez,  esticando o braço e conferindo o resultado no visor da digital.

 Aprovou, dobrou, colocou na água e nunca mais ninguém o viu... Aquele menino que gostava de coisas simples e aparecia pelado nas cachoeiras, ou as vezes fantasiado brincando de ser outra pessoa. Dizem que já o reconheceram na capital fantasiado de terno e gravata cisudo e com olhar perdido.

 O paletó é a fantasia do menino grande que finge não estar pelado por baixo do terno, finge nao ter saudades de nadar na cachoeira, e finge não estar arrependido por não ter feito realmente tudo o que lhe dava na telha.

 

 

 



Escrito por paulovereda às 17h48
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Festival de inverno 2009 Ouro Preto e Mariana

doisaoquadrado

duas caixas de 2x2x2 , cada uma com 2 atores, e dois expectadores, apresentando cenas de dois minutos, durante duas horas. Isso, assim, o ator a dois palmos do nariz do expectador.

Texto e direção Paulo Vereda 

com:

Wagner mendonça - o filho

 

Roberto Flemming - o pai

Karin Cestari - a enfermeira



Escrito por paulovereda às 20h59
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Dei um aperto de saudade
No meu tamborim
Molhei o pano da cuíca
Com as minhas lágrimas
Dei meu tempo de espera
Para a marcação e cantei
A minha vida na avenida sem empolgação
Fiz o estandarte com as minhas mágoas
Usei como destaque a tua falsidade
Do nosso desacerto fiz meu samba enredo
Do velho som do minha surda dividi meus versos
Nas platinelas do pandeiro coloquei surdina
Marquei o último ensaio em qualquer esquina
Manchei o verde esperança da nossa bandeira
Marquei o dia do desfile para quarta-feira



Escrito por paulovereda às 16h27
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llorando


Yo que pensé que te olvidé
pero es verdad, es la verdad
que te quiero aun más
mucho más que ayer
Dime tú que puedo hacer
¿No me quieres ya?
Y siempre estaré
llorando por tu amor
llorando por tu amor
Tu amor se llevó
todo mi corazón
Y quedo llorando, llorando, llorando, llorando
por tu amor



Escrito por paulovereda às 14h20
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@Vereda

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Escrito por paulovereda às 11h55
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Felicidade não é felicidade se...

... você não tem um bode tocando violino.



Escrito por paulovereda às 09h56
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